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Cultura & Imaginário
Literatura gótica, cinema, pós-humano, Carmilla como símbolo, história do vampiro na cultura. (Para Assinantes)


Do Território à Presença — A Obra que se Relê a Si Mesma
Quatro livros de Lord A:. e a linha que só o tempo tornou visível — de Mistérios Vampyricos a Vampyrismo Real Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com Halo Antares (São Paulo) — Rede Vampyrica Há um gesto que só as obras maduras conseguem fazer: voltar-se sobre si mesmas e perguntar o que estiveram, o tempo todo, tentando dizer. Não é vaidade nem nostalgia. É metacognição — o pensamento que se debruça sobre o próprio pensamento, a obra que se relê para descobrir a linha que a a
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
21 de set.12 min de leitura


Quando o Morcego Virou Vampiro — Uma Genealogia Iconográfica em Três Cemitérios
Père-Lachaise, Highgate e os cemitérios cariocas do século XIX, e o momento exato em que um símbolo da morte se tornou a assinatura de um mito Por Lord A:. (Andreas Sahjaza) — Rede Vampyrica Halo Antares (São Paulo) — Rede Vampyrica Em O Laboratório do Vampiro, argumentei que o cemitério do Père-Lachaise não guarda o túmulo de Drácula, mas algo mais interessante — o registro, esculpido na pedra, do processo pelo qual o Ocidente fabricou o vampiro moderno. Aquele artigo abriu
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
16 de set.10 min de leitura


O Laboratório do Vampiro — O Que os Morcegos do Père-Lachaise Realmente Guardam
Não é o túmulo de Drácula. É o lugar onde o vampiro moderno foi fabricado Por Lord A:. (Andreas Sahjaza) — Rede Vampyrica Halo Antares (São Paulo) — Rede Vampyrica Revisitando e exercendo a metacognição sobre um velho artigo de 2023. Um breve antídoto para incautos brasileiros que acreditam em qualquer bobagem espiritual tomando por realidade, literalidade e ao pé da letra - o que é apenas simbólico. Há uma lenda que circula em Paris, e ela é boa demais para ser verdade —
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
16 de set.10 min de leitura


A Honra Vampyrica
O que ficou do rito de abertura da Carmilla 2026 — a Honra Vampyrica, ou Aretê Vampyrica Por Lord A:. (Andreas Sahjaza) — Rede Vampyrica "Vista seu Daemon, aquilo que te torna intenso agora e no presente. Vista a sua extravagância e se entregue à noite." Todo fogo deixa alguma coisa quando termina de queimar. Cinza, quase sempre. Às vezes, metal - ou ainda aquilo que pode suportar a forja e os golpes incessantes do Destino. Ou a pressão que torna o carvão em diamante, negro.
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
25 de ago.14 min de leitura


Um Sonho de Vampiros: O Primeiro filme de terror brasileiro no Stiges em 1969
Por Que a Academia Nunca Estudou o Primeiro Vampiro do Cinema Brasileiro Rede Vampyrica / Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza Halo Antares (São Paulo) — Rede Vampyrica Imagem Promocional do filme "Queremos sugerir que esses monstros importados, após enfrentarem desafios em sua aclimatação ao cinema nacional, acabaram encontrando o abrigo para sua eterna e sanguinária existência no mais frágil dos meios audiovisuais: o Super-8." — Laura Loguercio Cánepa, Nosferato no Brasil (1971
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
3 de jul.12 min de leitura


Margrave, o Elo Perdido — O Vampiro Psíquico Que Existiu 35 Anos Antes de Drácula
Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com Existe um vampiro que quase ninguém conhece — e que está escondido atrás de quase todos os vampiros que você conhece. Ele não tem franquia de cinema. Não tem série de TV. Não tem linha de quadrinhos nem boneco colecionável. Seu nome não aparece em listas de "maiores vampiros da literatura". E, no entanto, quando você examina o Conde Drácula com atenção — não o cadáver folclórico dos Bálcãs, mas o aristocrata hipnotizador que Stoker criou
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
11 de jun.9 min de leitura


Carmilla, o Vampiro e Nós — Parte 2: a arqueologia do símbolo e o que Le Fanu e Eliade descobriram juntos
Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com Na parte 1, mapeamos o projeto do GrazMuseum: a exposição Carmilla, der Vampir und Wir de 2014, o livro catálogo que a acompanhou, e a tese central que o distingue de qualquer iniciativa museológica superficial sobre o tema. O vampiro como espelho da modernidade — não como monstro de entretenimento. Nesta parte 2, descemos ao interior dos argumentos. O que o livro realmente analisa, por que isso importa, e a extensão que o próprio projet
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
10 de jun.9 min de leitura


Vampiros nos Palcos Brasileiros: Uma presença que não tem fim
Drácula de 1986 com Raul Cortez e Carla Carmurati Por Rede Vampyrica @RedeVamp Existe uma ironia precisa na história do vampiro no teatro brasileiro: o arquétipo que a cultura popular insiste em tratar como importação recente, produto dos anos 1990, da televisão americana, da febre de Crepúsculo — habita os palcos nacionais há bem mais tempos, em pelo menos cinco estados, os nossos registros que vão do drama clássico ao monólogo metalinguístico, da dança contemporânea à imers
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10 de jun.3 min de leitura


Drácula Está de Volta ao Palco — E a Noite Brasileira Nunca Esteve Tão Viva
Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com Dracula - O Musical, interpretado por Nando Pradho | Foto de Joaquim Araújo Não é coincidência. Em menos de um ano, o vampiro passou por três momentos culturais significativos no Brasil: a peça Madame Blavatsky — Amores Ocultos, com Mel Lisboa, trouxe ao palco a fundadora da Sociedade Teosófica e toda a atmosfera magnética do ocultismo vitoriano que moldou a forma como o Ocidente pensa força vital, presença e influência invisível; os mes
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10 de jun.6 min de leitura


The Vampire Lestat: O Príncipe Moleque e a Política da Narrativa
por Rede Vampyrica | junho de 2026 Toda narrativa é um ato de poder. Quem conta a história decide quem vive, quem sangra e quem é lembrado. É com essa consciência — feroz, petulante, perfeitamente lestatiana — que a AMC inaugura sua terceira temporada da saga Anne Rice. A nova temporada agora é "The Vampire Lestat", vem com um título novo, uma perspectiva radicalmente diferente das duas anteriores "Entrevista com o Vampiro" e uma pergunta que afiada: e se o vampiro que você a
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3 de jun.7 min de leitura


Carmilla, o Vampiro e Nós — Parte 1: o que um museu austríaco entendeu que a maioria ainda não entendeu
Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com "In Styria…" Com essas duas palavras, Joseph Sheridan Le Fanu abre a novela que publicou em 1872 e que, vinte e cinco anos antes de Drácula, inventou o vampiro moderno como o conhecemos: aristocrático, erótico, psicológico, feminino e irredutível ao medo simples. A Styria — a Estíria, região montanhosa da Áustria central, hoje capital cultural em Graz — seria apagada do mapa vampírico quando Bram Stoker escolheu a Transilvânia. Mas a Est
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2 de jun.6 min de leitura


Cinema de Vampiro: Um Panorama Completo no Audiovisual Brasileiro
A Vampira Helena, do filme Love Kills, interpretada por Thais Lago e Direção de Luiza Shelligan A luz prateada do projetor de cinema, tal como a luz argêntea do luar, revive os Vampiros desde Polidori — há os que nascem sob o pélico destinados ao vampyrismo e os que renascem sob a película do filme. Mergulhar no Cinema de Vampiro luso-brasileiro é reconhecer uma presença que habita nosso imaginário audiovisual há mais de 50 anos, enraizada em uma tradição literária que já som
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
28 de mai.1 min de leitura


Madame Blavatsky: Amores Ocultos — A Presença que Persiste
Um pouco de review, de ensaio ao sabor de chá de hibisco e kartoshkas! Fazia tempo que não assistia uma peça teatral, neste caso um monólogo que não focaliza em representar e sim em evocar. Não é sobre contar uma história e sim convocar uma presença. É nesse território entre sessão mediúnica e ritual performático que Madame Blavatsky: Amores Ocultos opera, com Mel Lisboa interpretando texto de Cláudia Barral e direção de Márcio Macena. E é precisamente por isso que este text
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
27 de mai.6 min de leitura


Magia Onírica: O Mistério do Voo Noturno Projeção de Consciência e o Território que a Noite Guarda
Por Rede Vampyrica — redevampyrica.com Existe um território que o sono abre e que a maioria das pessoas atravessa todas as noites sem saber que está atravessando. Não é metáfora. É o dado mais antigo da experiência humana com o noturno: que o estado entre a vigília e o sonho profundo é um espaço com topografia própria, com leis próprias, com possibilidades que o estado diurno não oferece. E que algumas pessoas, em todas as culturas e em todos os períodos históricos, aprendera
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
15 de mai.8 min de leitura


LOVE KILLS — O MELHOR FILME DE VAMPIRO FEITO NO BRASIL
por Lord A:. Era uma segunda-feira à noite, começo de inverno. As luzes artificiais da cidade se derramavam pela janela do carro, refletindo brilhantes nuances no meu casaco. Xendra me olhava levemente cética na penumbra do automóvel: um filme de vampiros feito no Brasil — o que será que veremos, amado? Era um marcador de calor na baixa temperatura. O nome do filme é Love Kills, dirigido por Luiza Shelling Tubaldini, e tinha sua pré-estreia no Cine Marquise do Conjunto Nacion
Lord A Andreas Axikerzus Sahjaza
12 de mai.3 min de leitura
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